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Mostrando postagens de Maio, 2011

Refletindo direitinho

Tudo o quanto irei alinhar aqui em pensamentos indagatórios, com certeza, tenho algum conteúdo mais duro, formatado academicamente. Mas para um blogger o justo mesmo é tentar pautar uma conversa descontraída.

Imagino que chegamos a um estágio da modernidade, ou pós modernidade, em que o hiato entre as normas jurídicas e as práticas está insustentável. Digo insustentável porque ao pé da letra uma coisa anula a outra, ou torna tudo muito complicado. Quer ver?
Existe uma lei muitíssimo famosa, a Maria da Penha, que pune homens que ameaçam ou imprimem maus tratos às mulheres. No entanto, permanece a lei que condena a mulher que “desonra” o marido. Se o homem se esquiva na desonra, desonestidade da mulher, para justificar os maus tratos, como fica? Uma lei tem que ser anulada para dar validade para a outra.

Os exemplos paradoxais não são poucos. Quando Getúlio Vargas pretendeu valorizar o ideal do trabalho, fazendo uma nação de trabalhadores, instituiu instrumentos diversos em favor dos valo…

O centro do Rio aos tragos

O centro do Rio é incrível. Não sei se tudo se torna interessante por conta da enorme concentração de gente, ou se interessante é o predicativo comum para os que perambulam por aquelas bandas. Hoje enquanto perambulava me chamou atenção o fumo.

Certa vez ouvi de um ex fumante que nos dias chuvosos dá uma vontade danada de fumar. Enfim, hoje, um dia frio e chuvoso, muitos foram os que vi fumando, e fumando muito. Alguns fumam parados e outros caminhando. Uns calados e outros falando. Uns absortos e outros observando. E o mais prosaico foi me deparar com um cadeirante fumando.

Sem ascender qualquer polêmica, haja fôlego para relativizar o vício alheio.